No Brasil a população de idosos tem aumentado significativamente. O Censo do IBGE de 1960 mostrava que 4,7% da população brasileira era formada por idosos, enquanto que o de 2000 descobriu que os idosos compunham 8,6% da população, o que equivale a 14,5 milhões de pessoas.
Muitos estudos científicos já mostraram que ocorrem mudanças na audiometria nas altas freqüências associado a perda da função auditiva à medida que a idade avança. Essa perda de audição que ocorre com a idade, a chamada presbiacusia, acomete mais os homens brancos, depois as mulheres brancas, homens negros e por último as mulheres negras.
Alguns estudos associam o efeito global da exposição diária ao ruído, infecções, drogas e trauma acústico à perda auditiva do envelhecimento. Parece ainda estar relacionada a dieta, metabolismo, colesterol, pressão arterial, arteriosclerose, exercício físico, cigarro e estresse.
FONTE: Revista Brasileira de Otorrinolaringologia, Estudo audiológico de uma população idosa brasileira, vol 74, Ed.3, Maio-junho 2008.